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Para inspirar a semana: NERUDA !!

Segunda, 5 de Outubro de 2009

Romântico, onírico.. NADA concreto por enquanto !!
Neruda disse que “a poesia tem comunicação secreta com o sofrimento”, eu particularmente acredito que é o sofriento que nós buscamos por nós mesmo.
De maneira consciênte ou não, como forma de auto comiseração ou auto descoberta… mas a poesia só tem sentido quando esta em confluência com o sentimento. Ela deve ser SENTIDA e não compreendida, senão é só um texto complicado.

Esse é o mundo paralelo: fugir do racional , quando a vida esta pesada demais. Seu momento SELF [ ;-) ].
A pausa para buscar a autenticidade, no meio do cardume. Fugir do “normal” e ser autêntico, nem que seja apenas para você mesmo.
Neruda disse então: “É tão difícil as pessoas razoáveis se tornarem poetas, quanto os poetas se tornarem razoáveis.”

Pablo Neruda cria uma sintonia muito fácil, gradual e finalmente intensa nesse sentido….

Claro que isso é uma opinião totalmente leiga, de um mero apreciador. Então, para quem não conhece e já esta de saco cheio desse texto ruim, eu apresento um pouco dele:


Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.

Pablo Neruda


Se cada dia cai, dentro de cada noite,
há um poço
onde a claridade está presa.

há que sentar-se na beira
do poço da sombra
e pescar luz caída
com paciência.

Pablo Neruda (Últimos Poemas)


Para meu coração basta teu peito
para tua liberdade bastam minhas asas.
Desde minha boca chegará até o céu
o que estava dormindo sobre tua alma.

E em ti a ilusão de cada dia.
Chegas como o sereno às corolas.
Escavas o horizonte com tua ausência
Eternamente em fuga como a onda.

Eu disse que cantavas no vento
como os pinheiros e como os hastes.
Como eles és alta e taciturna.
e intristeces prontamente, como uma viagem.

Acolhedora como um velho caminho.
Te povoa ecos e vozes nostálgicas.
eu despertei e as vezes emigram e fogem
pássaros que dormiam em tua alma.

Pablo Neruda


Pablo Neruda [Parral, 12 de Julho de 1904 —> Santiago, 23 de Setembro de 1973]
Chileno, foi um dos mais importantes poetas da língua castelhana do século XX, e cônsul do Chile na Espanha (1934 — 1938) e no México.
—> Prêmio Nobel de literatura em 1971

E para quem quiser saber um pouco mais:
Site Oficial
Fundação Neruda

[]’s
Mazzei

Afinal.. alguém tem MESMO certeza ??

Sexta, 4 de Setembro de 2009

Certezas

Não quero alguém que morra de amor por mim…
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo,
quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim…
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível…
E que esse momento será inesquecível..
Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre…
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém…
e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos,
que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras,
alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho…
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons
sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente
importa, que é meu sentimento… e não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca
cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter
forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe…
Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia,
e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos,
talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas…
Que a esperança nunca me pareça um “não” que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como “sim”.
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder
dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim,
sem ter de me preocupar com terceiros…
Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão…
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas,
que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim…
e que valeu a pena.

[Mário Quintana]

O único filósofo mais sábio que Hommer J. Simpson

Terça, 1 de Setembro de 2009

“Duas coisas inspiram à mente uma admiração
e um temor tanto maiores quanto mais vezes e
mais detidamente refletimos sobre elas:
O céu estrelado acima de nós
E a lei moral dentro de nós.”

(Immanuel Kant)

Um pouco de Fernando Pessoa e um pouco do que eu estou sentindo agora..

Domingo, 22 de Fevereiro de 2009

“O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.”

Fernando Pessoa

“…Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem o que é amar
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência, não pensar…”

Fernando Pessoa

“Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.”

Fernando Pessoa

“Segue o teu destino…
Rega as tuas plantas;
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
de árvores alheias

A realidade
Sempre é maios ou menos
Do que nós queremos.
Só nós somos sempre
Iguais a nós própios.”

Fernando Pessoa

“Tenho tanto sentimento
Que é freqüente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.

Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.”

Fernando Pessoa

“Não se acostume com o que não o faz feliz,
revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças,
mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue…”

Fernando Pessoa

“Enquanto não atravessarmos
a dor de nossa própria solidão,
continuaremos
a nos buscar em outras metades.
Para viver a dois, antes, é
necessário ser um.”

Fernando Pessoa

Soneto de Separação

Sexta, 23 de Janeiro de 2009

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.

(Vinícius de Morais - Antologia Poética)

Só para esclarecer: eu leio e curto poesia.. isso não faz de mim um poeta !!!
Poeta é quem FAZ poesia…. Nem tenho essa pretensão - NÃO SOU POETA ….. rs

[]’s
Mazzei

Saudades…..

Sábado, 29 de Novembro de 2008

“O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo…”
Mário Quintana

“A saudade é a maior prova do que o passado valeu a pena.”
Não descobri..

“…Saudade é amar um passado que ainda não passou,
É recusar um presente que nos machuca,
É não ver o futuro que nos convida…”
Pablo Neruda

“Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais
compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não
saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor
de um silêncio que nada preenche.”
Martha Medeiros

“A saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar.”
Rubem Alves

“Quando a saudade não cabe mais no peito, ele transborda pelos olhos.”

“Pensamos que a saudade foi feita para machucar, mas o tempo passa e
percebemos que ela é a maneira mais certa de vermos o quando gostamos de
alguém.”
Isadora Teider

“Também temos saudade do que não existiu, e dói bastante.”
Carlos Drummond de Andrade

“A casa da saudade chama-se memória: é uma cabana pequenina a um canto do
coração.”
Henrique Maxim

“Saudade não é a dor de não ter, e sim a certeza de que um dia esteve perto.”
Pâmela Oliveirailiano Coelho Neto

“Saudade é solidão acompanhada, é quando o amor ainda não foi embora, mas o amado já…”
Pablo Neruda

Helmut 01 - Helmut 01

Poucas palavras.. será ??

Terça, 16 de Setembro de 2008

Porque eu sou do tamanho daquilo que sinto, que vejo e que faço, não do tamanho que os outros me enxergam.
Carlos Drummond Andrade

Necessitamos sempre de ambicionar alguma coisa que, alcançada, não nos torna sem ambição.
Carlos Drummond Andrade

O homem vangloria-se de ter imitado o vôo das aves com uma complicação técnica que elas dispensam.
Carlos Drummond Andrade

Entre a dor e o nada o que você escolhe ?
Carlos Drummond Andrade

Não é fácil ter paciência diante dos que têm excesso de paciência.
Carlos Drummond Andrade

Há muitas razões para duvidar e uma só para crer.
Carlos Drummond Andrade

Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo.
Carlos Drummond Andrade

Há certo gosto em pensar sozinho. É ato individual, como nascer e morrer.
Carlos Drummond Andrade

Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar.
Carlos Drummond Andrade

A dor é inevitável, O sofrimento é opcional.
Carlos Drummond Andrade

Há vários motivos para não se amar uma pessoa e um só para amá-la.
Carlos Drummond Andrade

A amizade é um meio de nos isolarmos da humanidade cultivando algumas pessoas.
Carlos Drummond Andrade

Se você sabe explicar o que sente, não ama, pois o amor foge de todas as explicações possíveis
Carlos Drummond Andrade

Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundos, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata.
Carlos Drummond Andrade

Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.
Carlos Drummond Andrade

O amor é grande e cabe nesta janela sobre o mar. O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar. O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar.
Carlos Drummond Andrade

A minha vontade é forte, mas a minha disposição de obedecer-lhe é fraca.
Carlos Drummond Andrade

Perder tempo em aprender coisas que não interessam, priva-nos de descobrir coisas interessantes.
Carlos Drummond Andrade

Os homens distinguem-se pelo que fazem, as mulheres pelo que levam os homens a fazer.
Carlos Drummond Andrade

As dificuldades são o aço estrutural que entra na construção do carácter.
Carlos Drummond Andrade

O cofre do banco contém apenas dinheiro. Frustar-se-á quem pensar que nele encontrará riqueza.
Carlos Drummond Andrade

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir. Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz.
Carlos Drummond Andrade

A confiança é um ato de fé, e esta dispensa raciocínio.
Carlos Drummond Andrade

Como as plantas a amizade não deve ser muito nem pouco regada.
Carlos Drummond Andrade

Há campeões de tudo, inclusive de perda de campeonatos.
Carlos Drummond Andrade

Há duas épocas na vida, infância e velhice, em que a felicidade está numa caixa de bombons.
Carlos Drummond Andrade

Há homens e mulheres que fazem do casamento uma oportunidade de adultério.
Carlos Drummond Andrade

A leitura é uma fonte inesgotável de prazer mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede.
Carlos Drummond Andrade

As academias coroam com igual zelo o talento e a ausência dele.
Carlos Drummond Andrade

Quem gosta de escrever cartas para os jornais não deve ter namorada.
Carlos Drummond Andrade

Cada geração de computadores desmoraliza as antecedentes e seus criadores.
Carlos Drummond Andrade

[]’s Mazzei

Lançamento !!

Quarta, 20 de Agosto de 2008

UM IRONISMO COMO OUTRO QUALQUER
A IRONIA NA POESIA DE JOSÉ PAULO PAES

AUTOR:
BIELLA, JOÃO CARLOS

SINOPSE:
Este livro apresenta uma discussão mais ampla sobre o procedimento corrosivo empregado pelo poeta José Paulo Paes e sua relação com a ironia, o humor e a sátira, de Novas cartas chilenas (1954) a A poesia está morta mas juro que não fui eu (1988), período de produção intervalar entre uma poesia inicial caracterizada pela aprendizagem de uma tradição e uma terminal da qual são tiradas como lições a atenção à memória e a reflexão sobre a temporalidade.


Um pouco sobre J. P. Paes:

José Paulo Paes (Taquaritinga, 1926 — São Paulo, 1998) foi um poeta, tradutor, crítico e ensaísta brasileiro.
Tendo estudado química industrial na cidade de Curitiba (entre 1945 e 1948), durante muitos anos Zé Paulo trabalhou em laboratório farmacêutico. Todavia, paralelo a essa profissão jamais deixou de lado a literatura, cujo interesse foi lhe passado pelo avô que era livreiro, sendo que ainda nos tempos de aluno em Curitiba, já colaborava com a revista Joaquim, dirigida por Dalton Trevisan. Dessa temporada paranaense nasce seu livro de estréia, O aluno, de 1947, fortemente influenciado pela poesia de Carlos Drummond de Andrade, o qual o respondeu com o conselho de evitar a imitação de vozes alheias.

Em 1949, transfere-se para São Paulo, quando passa a colaborar com os jornais Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, O Tempo, Jornal de Notícias e Revista Brasiliense, aproximando-se de escritores modernistas como Graciliano Ramos, Jorge Amado e Oswald de Andrade. Conhece também Dora, sua mulher por toda a vida a quem dedicou Cúmplices, de 1951, seu segundo livro. Por falta de um estudo melhor, sua obra foi comparada às dos poetas da Geração de 45, tendo inclusive participado de uma antologia na companhia de Haroldo de Campos e Décio Pignatari, quando eram chamados de “Novíssimos”, ou seja antes da eclosão da poesia concreta, à qual Zé Paulo soube com inteligência absorver, cujos resultados apareceram em seu livro Anatomias de 1967, apresentado justamente por Augusto de Campos. Mais que poesia concreta seu livro aproveitava um ritmo mais oswaldiano, como nos poemas “L’affaire Sardinha” (que fora publicado em 1962 na antologia Violão de Rua, da UNE) e o conhecido “Epitáfio para um Banqueiro”

Por volta de 1963, Zé Paulo dá início a um trabalho editorial intenso à frente da Editora Cultrix, abandonando o trabalho como químico, dedicando-se a partir de então integralmente à literatura. Na companhia de Massaud Moisés foi organizador do Pequeno Dicionário de Literatura Brasileira, publicado pela Editora Cultriz em 1967.

Em 1981, Zé Paulo aposenta-se como editor, dando início a um dos mais competentes trabalhos de tradução entre os escritores brasileiros, verteu para o português autores de diversas línguas, como Charles Dickens, Joseph Conrad, Pietro Aretino, Konstantínos Kaváfis, Laurence Sterne, W. H. Auden, William Carlos Williams, J.K. Huysmans, Paul Éluard, Hölderlin, Paladas de Alexandria, Edward Lear, Rilke, Seféris, Lewis Carroll, Ovídio, Níkos Kazantzákis, entre outros tantos. Seu reconhecimento na matéria resultou em sua nomeação como Diretor da oficina de tradução de poesia no Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Em 1986 vem a público o livro Um por todos, reunião de seu trabalho até então, apresentado pelo crítico Alfredo Bosi. Vem ainda da década de 1980 seu interesse pela poesia infantil, com a qual alcançou grande êxito entre as crianças.

Em 1989, Zé Paulo lança pela coleção Claro Enigma, organizada por Augusto Massi, o livro “A poesia está morta mas eu juro que não fui eu”, título extraído do poema “Acima de qualquer suspeita”.

Na década de 1990 dá seqüência ao seu trabalho, lançando diversos livros de ensaios, poemas infantis, traduções e poesia, sendo um dos mais bem recebidos “Prosas seguidas de odes mínimas”, livro no qual reflete um momento difícil de sua vida, quando tem uma perna amputada, como pode-se ler no poema “Ode à minha perna esquerda”:

Ao falecer em 1998, deixou inédito o livro “Socráticas” que veio a público em 2001.
Foi por esse livro que eu descobri sua poesia, ácida e irônica….

Links:
Referência 1
Referência 2
Seus livros
Entrevista

Vale a pena conhecer…….
[]’s Mazzei

Fotos e Poemas..

Quinta, 7 de Agosto de 2008

AMOR E AMIZADE DEFINIDOS NUMA FOTO….

ratinhos - ratinhos

“Aprendi que um homem só tem o direito de olhar outro de cima para baixo para ajudá-lo a levantar-se”.
(Gabriel Garcia Marques)


Agora um pouco sobre ele:
Gabriel García Márquez (Aracataca, Magdalena, 6 de março de 1927) é um importante escritor colombiano, jornalista, editor e ativista político, que em 1982 recebeu o Nobel de literatura por sua obra, que entre outros livros inclui o aclamado cem anos de solidão. Foi responsável por criar o realismo mágico na literatura latino-americana.Viajou muito pela Europa e vive actualmente em Cuba a lutar contra o câncer. É pai do realizador Rodrigo García.

Obra
La Hojarasca - 1954
Memória dos prazeres
Relato de um náufrago
A sesta de terça-feira
Ninguém escreve ao coronel
Os funerais da mamãe grande
O enterro do diabo:A revoada
Má hora: o veneno da madrugada
Cem anos de solidão
A última viagem do navio fantasma
Entre amigos
A incrível e triste história de Cândida Eréndira e sua avó desalmada
Um senhor muito velho com umas asas enormes
Olhos de cão azul
O outono do Patriarca
Como contar um conto (1947-1972)
Crônica de uma morte anunciada
Textos do caribe
Cheiro de goiaba
O verão feliz da senhora Forbes
O Amor nos tempos do cólera
A aventura de Miguel Littín Clandestino no Chile
O general em seu labirinto
Doze contos peregrinos
Do amor e outros demônios
Notícia de um seqüestro
Obra periodística 1: Textos Andinos
Obra periodística 3: Da Europa e América
Viver para contar
Memória de minhas putas tristes
Obra Jornalística 5: Crónicas, 1961-1984

Prémios e condecorações
Prémio de Novela ESSO por “má hora:o veneno da madrugada” (1961)
Doutor Honoris Causa da Universidade de Columbia em Nova Iorque (1971)
Medalha da Legião Francesa em Paris (1981)
Condecoração Águila Azteca no México (1982)
Prémio Nobel de Literatura (1982)
Prémio quarenta anos do Circulo de jornalistas de Bogotá (1985)
Membro honorário do Instituto Caro y Cuervo em Bogotá (1993)
Doutor Honoris Causa da Universidade de Cádiz (1994)

[]’s Mazzei

Antoine de Saint-Exupéry

Terça, 3 de Junho de 2008

Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry filho do conde e condessa de Foscolombe (29 de junho de 1900, Lyon - 31 de julho de 1944) foi escritor, ilustrador e piloto da Segunda Guerra Mundial.
E.. como todo mundo deveria saber: Autor do “Pequeno Príncipe” ou “Le Petit Prince” de 1943.

O pequeno príncipe é uma obra aparentemente simples, mas, apenas aparentemente. É profunda e contém todo o pensamento e a “filosofia” de Saint-Exupéry.

Principais Obras:

  • O aviador (1926);
  • Correio do Sul (1928);
  • Vôo Noturno (1931);
  • Terra de Homens (1939);
  • Piloto de Guerra (1942);
  • O Pequeno Príncipe (1943).
  • Cidadela (1948)
  • Cartas ao Pequeno Príncipe
  • Algumas frases dele que te fazem pelo menos pensar::..

    “Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos”

    “O Homem distingui-se dos homens. Nada se diz de essencial acerca da catedral se apenas falarmos das pedras. Nada se diz de essencial a respeito do Homem se procurarmos defini-lo pelas qualidades humanas.”

    “Mulher: a mais nua das carnes vivas e aquela cujo brilho é o mais suave.”

    “A terra ensina-nos mais acerca de nós próprios do que todos os livros. Porque ela nos resiste.”

    “Cada um é responsável por todos. Cada um é o único responsável. Cada um é o único responsável por todos.”

    “Se a vida não tem preço, nós comportamo-nos sempre como se alguma coisa ultrapassasse, em valor, a vida humana… Mas o quê?”

    “O verdadeiro homem mede a sua força, quando se defronta com o obstáculo.”

    “A ordem não cria a vida.”

    “O progresso do homem não é mais do que uma descoberta gradual de que as suas perguntas não têm significado.”

    “Fica responsável por tudo aquilo que cativaste.”

    “Não há uma fatalidade exterior. Mas existe uma fatalidade interior: há sempre um minuto em que nos descobrimos vulneráveis; então, os erros atraem-nos como uma vertigem.”

    “A grandeza da oração reside principalmente no fato de não ter resposta, do que resulta que essa troca não inclui qualquer espécie de comércio.”

    “Sacrifício não significa nem amputação nem penitência. (…) Ele é uma oferta de nós próprios ao Ser a que recorremos.”

    “Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direcção.”

    “Amem quem vos comanda. Mas sem lhes dizer.”

    “Conhecer não é demonstrar nem explicar, é aceder à visão.”

    “A grandeza de uma profissão é talvez, antes de tudo, unir os homens: não há senão um verdadeiro luxo e esse é o das relações humanas.”

    “Tenho o direito de exigir obediência, porque as minhas ordens são sensatas.”

    “É o espírito que conduz o mundo e não a inteligência.”

    “A verdade não é, de modo algum, aquilo que se demonstra, mas aquilo que se simplifica.”

    “O que nos salva é dar um passo e outro ainda.”

    “Apenas se vê bem com o coração, pois nas horas graves os olhos ficam cegos.”

    “As pessoas crescidas têm sempre necessidade de explicações… Nunca compreendem nada sozinhas e é fatigante para as crianças estarem sempre a dar explicações.”

    “Na vida, não existem soluções. Existem forças em marcha: é preciso criá-las e, então, a elas seguem-se as soluções.”

    Acho que já é suficiente…..
    []’s Mazzei